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Israel

Israel – mais do que um destino turístico

Israel tornou-se num país cintilante com muitas facetas que atraem turistas de todo o mundo. Muitos querem alargar os seus conhecimentos históricos da região, enquanto outros querem compreender os atuais problemas político-sociais.

No entanto, para muitas pessoas em todo o mundo, Israel é a Terra Santa. Por essa razão, ao longo dos séculos tem sido um íman para peregrinos para os quais não faltam diferentes ofertas de viagens. Uma viagem até Israel pode ter vários motivos que vão muito além do simples turismo.

Um caleidoscópio de impressões cénicas

Este país pode ser relativamente pequeno, mas a sua diversidade cénica é enorme - desde a beleza dos montes e vales de cortar a respiração, à misteriosa quietude do deserto de Neveg, às margens tranquilas do Mar da Galileia, aos muros e caminhos ancestrais de Nazaré e Jerusalém.

Conhecido como um local de peregrinação cristã, mas também como o maior lago de água doce do país, o Mar da Galileia tem como espetacular cenário as Montanhas da Galileia e as colinas dos Montes Golan. É possível visitar os locais sagrados em embarcações construídas à semelhança das antigas embarcações em madeira. O visitantes podem atravessar o Mar da Galileia até Tabgha, onde se deu o milagre bíblico da multiplicação dos pães e dos peixes, e até Cafarnaum, onde se diz que Jesus viveu e pregou os seus ensinamentos. Desse ponto, também podem visitar o Monte das Bem- -Aventuranças, o local do Sermão na Montanha. O lago também está rodeado de praias atrativas com vários desportos aquáticos disponíveis.

Não perca a oportunidade de conhecer o lago mais salgado do mundo: a 431 metros abaixo do nível do mar, o Mar Morto também se situa no ponto natural mais baixo na superfície terrestre. As suas águas têm uma concentração salina de 34 por cento, e é por essa razão que muitas pessoas com problemas de pele viajam até Israel para se banharem no Mar Morto. Mas a palavra “banhar” não chega para descrever a sensação irreal de leveza quando se flutua na água, que tem uma temperatura constante próxima dos 40 graus.

Jerusalém - uma mescla de etnias e ritos religiosos

“No próximo ano em Jerusalém” é o desejo que conclui cada Seder pascal, a celebração que marca o início da Páscoa judaica. A cidade de Jerusalém é um local sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos. A divisão da antiga cidade fortificada em bairros judeus, muçulmanos (árabes), arménios e cristãos tornam-na ainda mais fascinante. Tal como elos numa corrente, os locais históricos e religiosos posicionam-se lado a lado. O Monte das Oliveiras é o local perfeito para absorver tudo e para desfrutar de uma atmosfera tranquila afastada das ruas movimentadas.

Aninhado no Monte do Templo está o principal marco de Jerusalém, a impressionante Esplanada das Mesquitas. Com uma misteriosa base octogonal em tons turquesa, a cintilante cúpula dourada que dá a Jerusalém uma silhueta única. Os trabalhos de construção tiveram início há cerca de 1300 anos e é um dos edifícios islâmicos mais sagrados.

Em Israel, há poucos lugares mais sagrados do que a Igreja do Santo Sepulcro, onde Jesus foi crucificado e enterrado. É um dos locais mais espirituais que se possa imaginar. Intermináveis procissões de peregrinos passam solenemente pelas naves da igreja à luz das velas enquanto rezam.

Durante séculos, os judeus visitaram o Muro das Lamentações para rezar e lamentar a destruição do Primeiro e do Segundo Templos. As grandes pedras parecem ter uma espécie de poder magnético que atrai as mãos e a fronte dos crentes na sua busca por uma ligação direta e profunda com Deus.

A Bíblia como um guia

A Terra Santa foi cobiçada e alvo de lutas durante séculos. Há mais de 2500 anos que os judeus e, mais tarde, os peregrinos cristãos, percorrem o caminho a pé até à cidade de Jerusalém. Esta tradição reforçou--se entre os peregrinos cristãos na época medieval. Aqui, onde Jesus nasceu em Belém, cresceu em Nazaré e foi crucificado em Jerusalém, é o berço do cristianismo. Peregrinos de todo o mundo tentam reconstituir os eventos descritos no Novo Testamento seguindo as pegadas de Jesus e dos seus discípulos.

Muitos visitantes levam à letra a ideia de “seguir as pegadas de Jesus”. E embora os seus planos de caminhadas em Israel possam provocar um “Aqui?” de admiração pelos funcionários fronteiriços, é uma experiência gratificante. Peregrinos e amantes da natureza de todo o mundo caminham por vales e florestas, povoações judaicas e árabes, oásis no deserto, passando por igrejas e mosteiros ancestrais, encontrando diferentes pessoas, experimentando a gastronomia local e usufruindo do silêncio da natureza.

Uma marca de referência israelita: a vida num kibbutz

Em Israel, continuam a existir cerca de 270 comunidades residenciais deste género. Foram fundadas no início do séc. XX com a visão socialista de um mundo melhor e mais justo. Embora muitas coisas tenham mudado desde então, e cada vez mais habi-tantes tenham saído do kibbutz para viverem em vilas ou cidades, o sentido de comunidade mantém-se. Os habitantes continuam a tentar viver e praticar a igualdade incondicional. Visitar um kibbutz em Israel oferece uma perspetiva única relativamente às fundações do Estado de Israel, e as condições sociais especiais que o kibbutz criou.

Vida noturna em Telavive

Para muitos visitantes, a viagem começa e acaba no Aeroporto de Ben Gurion em Telavive. Como é óbvio, há muito para ver e fazer na capital de Israel! Há pouco mais de um século, Telavive era essencialmente constituída por areia e dunas. Ainda vale a pena apanhar sol nas suas praias, mas com a excelente vida noturna que tem para oferecer, Telavive é também chamativa para quem gosta de festa e diversão. Os bares em Telavive costumam ficar abertos até de madrugada.

Também vale a pena visitar o centro histórico de Jaffa. A antiga cidade portuária tem cerca de 4000 anos onde várias etnias deixaram os seus vestígios. Portanto, não é de admirar que tenha quase tantas referências históricas como Jerusalém. A mistura de diferentes eras, estilos e elementos criam o seu próprio charme e carácter. E como a maioria das viagens começam e terminam aqui, por que não ficar em Jaffa mais um dia - ou noite?

Sabia que?

Israel significa “Guerreiro de Deus” ou “ele combateu com Deus”. O nome oficial do estado é Medinat Jisra’el.

Israel está localizado numa ponte terrestre entre a Ásia e África, mas faz fronteira com três continentes: África a sul, Ásia a leste e Europa a oeste. Por conseguinte, geograficamente, faz parte do Médio Oriente, mas a sua localização nas placas tectónicas africanas significa que, em termos geológicos, faz parte de África.    

Em Israel, até a cola para os selos é kosher.

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